Entre em contato: (11) 3458-0506
Tema multi propósito para WordPress!

Pedro Almeida integra Conselho Curador do Prêmio Jabuti 2016


Na noite da última quinta-feira (19), na Academia Paulista de Letras (APL), foi lançada a 58ª edição do Prêmio Jabuti e anunciados os membros do Conselho Curador do prêmio. Pedro Almeida, nosso colunista, é a novidade no conselho que é completo por Antonio Carlos de Morais Sartini, Frederico Barbosa e Luís Carlos de Menezes, que já integravam a equipe no ano passado.

O Conselho Curador é responsável, junto com a comissão do Prêmio Jabuti, por acompanhar as etapas do prêmio, indicar o corpo de jurados, além de se pronunciar em casos de omissões no regulamento e em casos de dúvidas, como, por exemplo, quanto ao pertencimento de uma obra à categoria na qual ela foi inscrita.

O Prêmio Jabuti está com inscrições abertas até o dia 15 de julho. Ao todo, serão 27 categorias, incluindo as de Adaptação e Infantil Digital, que foram apresentadas como novidades na edição passada. Além do troféu, a obra premiada receberá a quantia de R$ 3,5 mil e os livros do ano (ficção e não ficção) levam para casa R$ 35 mil.

Roger Mello


Vencedor do Prêmio Jabuti por oito vezes, na categoria literatura infantil

“Tive a felicidade imensa de receber oito vezes o Prêmio Jabuti! Um prêmio que sempre me instigou, desde criança. Foi um incentivo vigoroso e persistente como o próprio bicho jabuti que enche de nuances as histórias brasileiras. Viva o Prêmio Jabuti!”

Cristóvão Tezza


1º lugar na categoria Romance com o título “O Filho Eterno” (2008), Editora Record

“Fui finalista algumas vezes do prêmio Jabuti. Em 2004, fiquei em terceiro lugar com o romance “O fotógrafo”, e no ano passado levei o Jabuti de melhor romance com “O filho eterno”. É simplesmente impressionante a repercussão que esse prêmio tem, a partir do fato de que é o mais antigo e todo mundo conhece. O Jabuti é uma instituição bastante “popular”, o que é sempre surpreendente no mundo do livro brasileiro. Além do mais, ele repercute também na imprensa, o que multiplica a visibilidade da obra. Para mim, teve um efeito positivo, não só no Brasil mas também no exterior – o fato de ter ganho o Jabuti é um toque a mais a valorizar o livro e eventualmente abrir caminho para as traduções”.1º lugar na categoria Romance com o título “O Filho Eterno” (2008), Editora Record

Ignacio de Loyola Brandão


Melhor Livro do Ano de Ficção com o título ” O menino que vendia palavras” (2008). Editora Objetiva

“Ganhar um Jabuti como o Melhor Livro de Ficção de 2008, ainda mais com um infantil, é como pegar um tapete voador e flutuar suavemente, leve e solto, no céu da imaginação e fantasia. Ou seja, um prazer. “Melhor Livro do Ano de Ficção com o título ” O menino que vendia palavras” (2008). Editora Objetiva

Luiz Antonio de Assis Brasil


2º lugar na categoria Romance com o título “A Margem Imovél do Rio” (2004), L&PM Editores

“Ganhar o Jabuti, o mais antigo e prestigioso prêmio literário nacional, foi um enorme estímulo a um escritor que, no meio da carreira, decidiu tentar novas formas de escrita. O Jabuti é um aval e uma recomendação. Ele significa: “Ok, você está certo. Pode seguir em frente”. É possível que outros digam a mesma coisa, é possível que os familiares e amigos o repitam, mas quando esse juízo parte de uma entidade isenta e respeitável como a CBL, podemos acreditar. Sim, o Jabuti foi e é importante para mim, como o é para todos os indicados e vencedores. Ele faz parte da minha biografia, ele me justifica como escritor e como ser humano.”2º lugar na categoria Romance com o título “A Margem Imovél do Rio” (2004), L&PM Editores

CBL divulga os livros do ano da 57ª Edição do Prêmio Jabuti


Os nomes foram anunciados na cerimônia de premiação dos vencedores de cada uma das 27 categorias.

A Câmara Brasileira do Livro (CBL) anunciou, na noite desta quinta-feira, os nomes dos livros do ano. O Livro do Ano de Ficção é Quarenta dias, de Maria Valéria Rezende (editora Objetiva);  o de Não-Ficção, A casa da vovó – uma biografia de Doi-Codi, de Marcelo Godoy (editora Alameda). A divulgação foi feita na cerimônia de entrega do 57º Prêmio Jabuti, realizada na noite de quinta-feira, 3 de dezembro, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo.

A solenidade fecha de forma bastante positiva mais uma edição do Prêmio Jabuti, que foi marcada pela inovação, transparência e número recorde de inscrições – um total de 2.575. As novidades deste ano foram as categorias Adaptação, que reconhece o talento dos escritores que fazem esse trabalho e Infantil Digital. “A CBL acompanha as mudanças do mercado e registra a crescente participação digital no mundo do livro. Esta é a primeira incursão do Prêmio Jabuti no universo tecnológico. Muitas outras virão”, afirma Marisa Lajolo, curadora do prêmio.

Foram também entregues os prêmios aos autores vencedores em cada uma das 27 categorias – primeiro, segundo e terceiros lugares. A lista de ganhadores da 57ª edição do Prêmio Jabuti pode ser acessada no site oficial:http://premiojabuti.com.br/resultados-jabuti-2015/

O escritor Mauricio de Sousa recebeu uma homenagem especial, em razão da relevante contribuição ao prazer da leitura, na formação de milhares de crianças e jovens. Dois personagens entre os mais queridos de Mauricio de Sousa, Chico Bento e Zé Lelé, fizeram um animado desafio no palco do evento. Mônica e Cebolinha não ficaram de fora: eles tiveram a missão de entregar os prêmios a Maria Valéria Rezende, ganhador do Livro do Ano Ficção e a Marcelo Godoy, vencedor do Livro do Ano Não Ficção.

Mais uma novidade foi anunciada por Luís Antonio Torelli, presidente da CBL – o lançamento de um prêmio literário para estudantes de escolas públicas.

Prêmio Jabuti 2015 – O mais importante reconhecimento literário do setor editorial brasileiro evidenciou jovens e desconhecidos talentos, que concorreram com autores consagrados e levaram o prêmio, além das pequenas editoras, responsáveis pela publicação das obras. Outro destaque foi a grande participação de autores de diversas regiões do País. “A credibilidade do Prêmio Jabuti foi comprovada mais uma vez. O prêmio mostra as transformações do mercado editorial e registra as inovações. O Jabuti se renova a cada ano”, ressalta a curadora Marisa Lajolo.

Foram muitas as ações desenvolvidas este ano, que estimularam a leitura, aproximaram escritores e leitores e deram visibilidade às obras. Uma delas foi o Jabuti entre Autores e Leitores. O bate-papo de ganhadores de edições anteriores do prêmio com o público aconteceu em bibliotecas, livrarias e universidades e também em eventos culturais, como FLIP e Fórum das Letras de Ouro Preto. Esses eventos vão continuar em 2016.

Além disso, os vencedores do Jabuti foram destaque nas feiras internacionais de livros, como Guadalajara e Frankfurt. O trabalho realizado pelo Brazilian Publishers, um projeto setorial de fomento às exportações do conteúdo editorial brasileiro – resultado da parceria entre a CBL e a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Exportações e Investimentos) dá visibilidade às obras e ajuda a divulgar a crescente qualidade do conteúdo editorial produzido pelos escritores brasileiros. “O prestígio e a credibilidade do Prêmio Jabuti continuarão estimulando a criatividade e o hábito da leitura”, diz Luís Antonio Torelli .

Assessoria de Imprensa: Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação www.viveiros.com.br

Atendimento: Luísa Marchiori
E-mail: luisa.marchiori@viveiros.com.br
Gerente de Conta: Neide Martingo
E-mail: neide.martingo@viveiros.com.br
Tel: (11) 3675-5444

Discurso – Cerimônia 57º Prêmio Jabuti – Marisa Lajolo


Boa noite! E hoje é noite de festa!

Festa para os vencedores do Prêmio Jabuti. E também para os finalistas e os mais de dois mil inscritos.

São quase cem artistas – mestres da palavra, mestres das artes do livro – os premiados de hoje. Mestres escolhidos por um júri de mestres, outros quase cem especialistas.

Que recebam todos o reconhecimento de todos nós!
O Jabuti também sela hoje sua marca de contemporaneidade: aos 57 anos, é capaz de renovar-se. De renovar-se profundamente.

O Jabuti renova-se na homenagem que presta a Maurício de Souza, artista maior de um gênero – os quadrinhos – por algum tempo considerado menor, o patinho feio das “belas letras”. O Jabuti também se renova ao premiar adaptações, gênero através do qual um imenso número de leitores – eu, com certeza e talvez vários dos aqui presentes – chegou às obras clássicas. O Jabuti renova-se, ainda, ao reconhecer um gênero moderníssimo e polêmico, o livro digital.

Outra inovação significativa do Jabuti ao longo deste ano foi levar a um horizonte mais largo o mundo dos livros e dos autores. Levou autores e livro
anteriormente premiados para encontros com leitores, reunidos em bibliotecas, escolas, livrarias, e eventos.

É por tudo isso que o Prêmio Jabuti se chama “jabuti”.
Nesta sua denominação, homenagem à cultura popular brasileira, magnificamente representada pelo bichinho cascudo.
Nas centenas de histórias que dele narram Sívio Romero, Câmara Cascudo e Monteiro Lobato, ele é sempre o vencedor.

O jabuti vence tudo e vence todos. Mas não porque seja o mais forte. Mas porque é o mais sábio. Ele, o jabuti – como o livro e o povo do livro – sobrevive sempre!

O Jabuti sabe e saberá superar o desconcerto de algumas condições contemporâneas. Pois, o que disse Drummmond de um certo José, podemos dizer do livro: “ você não morre! Você é duro, José!

Boa noite!

Consciência em tempos de cólera


Luís Antonio Torelli (*)

Embora o Brasil tenha a quinta maior população e o sétimo mercado consumidor, a receita de sua indústria editorial em 2014 representou apenas 2,12% do faturamento mundial do setor.

O percentual confirma matematicamente a pertinência dos esforços a serem feitos para ampliar o número de leitores no País, fator decisivo para o avanço em indicadores cruciais, como educação, saúde, segurança e distribuição de renda, cuja melhoria está ligada de maneira intrínseca ao acesso à informação e ao conhecimento.

No ano passado, foi de 59,3 bilhões de euros o faturamento das 56 maiores editoras de livros do mundo. O número significou avanço de 11% em relação a 2013. O Ranking Global de Editoras é elaborado desde 2007 pela revista francesa Livres Hebdo, em parceria com sites especializados dos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, China e o PublishNews do Brasil, dentre outros.

A última pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, realizada pela FIPE/USP para a Câmara Brasileira do Livro (CBL) e o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), mostra que a receita do setor em 2014 foi de 5,4 bilhões de reais, ou 1,26 bilhão de euros (ao câmbio de 7 de outubro de 2015). O valor é equivalente a 2,12% do resultado mundial.

Verificaram-se avanços nos últimos tempos no sentido de se ampliar o número de leitores em nosso país, de 1,2 livro/ano, conforme releva a última edição da pesquisa Retratos da Leitura. Esse índice, contudo, ainda está muito aquém do potencial do mercado brasileiro e explica o porquê de nossa participação ainda modesta no faturamento mundial. Por isso, temos insistido na necessidade de se ampliarem os canais de disseminação do livro, como feiras e festivais, encontros com escritores, leitura nos parques e bibliotecas volantes, dentre outras iniciativas.

Esses projetos devem envolver as iniciativas pública e privada, incluindo as escolas, professores e famílias, todos engajados nessa grande causa do conhecimento. É preciso lembrar que o advento da internet, das redes sociais e demais mídias eletrônicas, em paralelo a todos os benefícios que acarreta à comunicação e ao próprio acesso à leitura, exige que a sociedade tenha mais cultura de base e formação adequada.

Afinal, a Web é um território indomado, no qual as pessoas que não têm um mínimo de informação acabam sendo presa fácil para conteúdos inverídicos, causas políticas e religiosas radicais, atitudes exageradamente sectárias, a violência e a retórica dos falsos profetas. O livro, em sua forma tradicional ou eletrônica, é a grande bússola no universo inóspito da Web e nos labirintos da complexa civilização contemporânea, capaz de orientar os indivíduos e estabelecer parâmetros capazes de separar verdades e mentiras e ajudar a todos a entender o mundo.

É, ainda, a mídia mais eficaz para a assimilação dos conteúdos científicos e didáticos, ferramenta indispensável à boa escolaridade, desde a Educação Infantil, passando pelo Ensino Fundamental e o Médio, até a universidade. O mundo está em ebulição, no Oriente Médio, na África, na Ucrânia, na persistente ameaça global do terrorismo e na violência cotidiana da criminalidade. A economia também tem sido algoz da civilização, com crises frequentes.

Neste artigo, faço um quase “plágio” do título da obra prima do genial Gabriel García Márquez, para dizer que a consciência em tempos de cólera (não a doença, mas a convulsão global) é a melhor alternativa das pessoas e da sociedade para enfrentar os problemas e melhorar o mundo.

Leitura para todos, portanto, é decisiva e premente!

(*) – É presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL).

Que lindo é o meu Jabuti!


Que lindo é o meu Jabuti!
*Márcia Lígia Guidin

Não, eu não ganhei um Jabuti. Mas há dez anos recebi convite para integrar a Comissão Organizadora do Prêmio, criado pela CBL há 57 anos. Apesar da distinção, que despertou em mim perigosa vaidade, fiquei reticente: afinal dizia-se que só chegavam ao prêmio escritores consagrados (os tais mandarins da literatura) ou editores com bom lobby. Tais comentários destoavam, porém, das premiações que eu já tinha presenciado, donde vários autores e editores saiam felizes e surpreendidos – antes mesmo do glamour que, hoje, o Jabuti conquistou.

Como o Jabuti é o Jabuti, aceitei a tarefa (voluntária para toda a Comissão, diga-se), e logo descobri, para meu sossego, o solo seguro e virtuoso por onde caminhava e caminha este prêmio especial para a cadeia criativa e produtiva do livro.

Logo na primeira reunião (e tenho estado lá até hoje) vi que a equipe da CBL e a curadoria investem em valor fundamental para qualquer premiação: transparência e isenção. Cartas marcadas? De jeito nenhum! Saibam, autores e editores, que não há problema ou novidade na organização deste prêmio que fique restritos à vontade de uma só voz – a da curadoria ou a dos presidentes da CBL. Todos são convocados e ouvidos todo o tempo. Duvida? Comece pelo nosso Guia de Orientação, ou nosso regulamento –Está lá, no site, e é todo o tempo discutido, atualizado, revisto e republicado.

Para quem nunca soube ( passeiem pelo site, amigos), vale dizer que a escolha dos julgadores das 27 categorias (e estas, claro, vão se ampliando ou afinando como retrato incontornável do crescimento do ambiente editorial) depende de rigorosa indicação e análise. Sabiam que para cada membro titular há sempre um suplente? Aliás, nunca haverá conluio ou debates acalorados a portas fechadas entre jurados; isto porque até o dia da festa, eles não sabem quem são seus colegas. Imagine, então, uma operação de guerra para atender e orientar cada membro das 27 categorias, com três julgadores cada uma? O comitê fica o tempo todo incumbido de auxiliar nas dúvidas. O Jabuti, tenham certeza, começa um ano antes da festa.

Neste ano, há duas novas categorias no prêmio, há tempos discutidas e ponderadas. São “adaptações” de obras gerais – trabalho intelectual muitas vezes brilhante – e “livro digital infantil” – multimídia e já criado para o novo suporte. Pois é, o Jabuti também vai ao mundo digital a passos largos (sem chiste, é claro).

Assim, quem se lembra de polêmicas e controvérsias a respeito do Jabuti, já sabe, então, por que elas existem: porque tudo é discutido, porque porque tudo é público, porque quem quiser que vá acompanhar as apurações de primeira e segunda fase. E, para quem nunca as acompanhou, desde sempre há tesouras para se abrirem em público os envelopes lacrados com os votos que a CBL recebe sob sigilo completo. Também não sabem? Há uma equipe de especialistas bibliotecários a conferir o registro de cada titulo inscrito e auditoria contratada, em tempo real, para ratificar as notas apuradas.

Transparência, espírito democrático e rigor servem a talentos brasileiros do mundo do livro há quase 60 anos. É para isto que existe este prêmio. É em nome disso que trabalham todos os envolvidos e colaboradores. Talvez seja por isso que um prêmio com valores quase simbólicos é tão desejado.

Por tudo isso, e por estar em tão honrosa companhia, se sou convidada a subir ao palco para entregar este ou aquele Jabuti aos premiados, minha alegria é genuína. Já vi lágrimas, já vi grandes sorrisos e já ouvi, pondo em mãos de autores já aclamados (ou não) nossa tartaruga: “ – Que lindinho é o meu Jabuti”.

*Márcia Lígia Guidin
Professora Titular de Literatura Brasileira e Editor

CBL divulga finalistas da primeira fase do 57º Prêmio Jabuti


CBL divulga finalistas da primeira fase do 57º Prêmio Jabuti

No próximo dia 22/10, serão conhecidos os 10 livros finalistas em cada uma das 27 categorias do prêmio.

Os finalistas da primeira fase do 57º Prêmio Jabuti serão conhecidos no dia 22/10 (quinta-feira), após a apuração das 27 categorias, que acontecerá na Avenida Ipiranga, 1267 – 10º andar, a partir das 10h.

Os dez finalistas de cada categoria serão divulgados no site www.premiojabuti.org.br, após validação do Conselho Curador e da Auditoria Ecovis Pemom. Qualquer resultado publicado por outra fonte não será reconhecido como oficial.

Em sua 57ª edição, o Prêmio Jabuti, considerado o mais importante do mercado editorial brasileiro, recebeu 2.573 inscrições.

A apuração da segunda fase, dia 19/11, avaliará e atribuirá notas a todas as obras finalistas na primeira fase. Os três livros que receberem a maior pontuação dos jurados serão considerados vencedores em sua categoria, em primeiro, segundo e terceiro lugares.

A cerimônia de entrega aos vencedores do Prêmio Jabuti 2015 será realizada em 3 de dezembro de 2015, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo.